Stratovarius

Stratovarius

Ontem foi publicada uma carta (clique aqui para ler a carta em português), escrita pelo Timo Tolkki, anunciando o término do Stratovarius. Mas já fazia algum tempo que boatos diziam que a banda estava para se separar, por isso ela serviu mais como uma forma de despedida do que como um anunciamento. Foi como se uma pessoa em coma falecesse! Ou seja, você sempre espera que a pessoa se recupere, mas ao mesmo tempo fica no aguardo do inevitável.

Se fiquei triste com o término da banda? Muito. Além do mais, o Stratovarius, sempre esteve na minha lista de bandas de cabeceira. Mas a vida é assim mesmo e eu até entendo um pouco do que aconteceu. Uma banda só sobrevive se os integrantes estiverem bem consigo mesmo e com seus próximos, a partir do momento que um integrante se desentende com outro a banda começa a ruir. É normal e já vi isso acontecer com várias bandas famosas ou não. Inclusive, já vivenciei isso nas bandas em que eu fui integrante (para quem não sabe eu sou guitarrista).

Stratovarius

Mas por quê acabar com a banda em vez de cortar o mal pela raíz? Sinceramente, eu concordo com o que o próprio Timo Tolkki escreveu na carta. Tanto o Timo Kotipelto quanto o Jörg Michael (pivôs das brigas) eram a essência da banda (junto com ele e o Jens Johansson). Por isso ele preferiu acabar com a banda e ser, dessa forma, mais sincero com os fãs do Stratovarius.

Bom, mas não vim aqui apenas para ficar me lamentando. Segue o vídeo-clip de uma de minhas músicas preferidas:

Observação: Se vocês preferir ler a carta original (em inglês), clique aqui.

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